Você decidiu montar um pequeno jardim em casa, mas se deparou com uma grande dúvida sobre quais vasos de planta adquirir? Pois saiba que você não é o único! 

Isso acontece porque muita gente, principalmente quem não tem o costume de cultivar nenhuma espécie, acredita que qualquer recipiente serve e que não há nenhuma diferença entre um vaso de barro e um de plástico, por exemplo.

Por esse motivo, reunimos alguns aspectos que você deve levar em consideração na hora de escolher os seus vasos de planta — e, assim, garantir que o verde no seu lar cresça e se desenvolva da melhor forma. Acompanhe!

Atente ao material de cada modelo

Já citamos isso na introdução, mas vamos nos aprofundar agora no assunto. Afinal de contas, existem vasos feitos com diversos materiais e é essencial ficar atento a esse detalhe para não ter problemas futuros! 

De maneira geral, os vasos feitos de cimento e de barro são ideais para áreas externas, por conta da exposição contínua ao sol — eles regulam a temperatura do interior e não deixam que a terra fique superaquecida. Além disso, plantas com raízes mais densas devem ser cultivadas neles, visto que o material é mais resistente.

Por outro lado, os vasos de vidro são mais indicados para ambientes internos da residência. São ideais para arranjos e orquidários ornamentais, que dificilmente sofrem alterações no tamanho e devem ficar à sombra. É justamente aí que entra a transparência do material, pois isso facilita que o máximo de luz chegue até as plantas.

Os de plástico, por sua vez, são bastante usados para mudas e plantas que exigem frequente manuseio e troca de ambiente por conta do clima, como é o caso das arvores frutíferas. O motivo é que eles são mais leves que os de cimento e menos frágeis que os de vidro.

Confira se o tamanho dos vasos é adequado às plantas

Antes de comprar vasos de planta, é indispensável que você faça uma breve pesquisa sobre as espécies que pretende cultivar. Isso porque, embora algumas tenham o caule e a folhagem curta, as raízes nunca param de crescer — e não são raras as que alcançam dimensões (e grossuras) destoantes.

Por exemplo, o antúrio, o clorofito, a costela-de-adão, a espada-de-são-jorge e o cróton têm raízes curtas e podem ser cultivados facilmente em recipientes com profundidade inferior a 20 centímetros.

Na contramão, há a pata-de-elefante, o sagu-de-jardim, o fórmio e o dasirílio que têm raízes longas e com muitas ramificações. Portanto, demandam vasos de 50 centímetros ou mais.

Analise se os recipientes contam com furos

Outro aspecto relevante é analisar se há furos nos vasos. A razão disso é que plantas que precisam de muita água para um correto desenvolvimento — regadas mais de 3 vezes na semana — necessitam de recipientes vazados. Dessa forma, evita-se que o solo fique encharcado por não haver por onde o excesso de líquido escorrer.

Já aquelas em que as regas ocorrem em pouca quantidade e de forma periódica (a cada uma ou duas semanas, por exemplo), como é o caso das suculentas e dos minicactos, dispensam vasos com esse detalhe.

Opte por vasos coloridos de acordo com o ambiente

Por fim, não deixe de optar por vasos coloridos, conforme o cômodo. Para espécies que vão ficar em áreas internas, como salas e quartos, não há problema em diversificar e investir em modelos com cores mais vivas, como azul, verde ou roxo.

No entanto, aqueles que vão ficar sob o sol diariamente não devem ter tonalidades extravagantes, pois a radiação solar pode fazer com que amarelem, descasquem e, além disso, superaqueçam o solo ao absorver mais calor (uma características das cores escuras). Ao contrário, o ideal é que sejam em tons neutros, como branco e cinza.

Viu só como não é difícil escolher os vasos de planta adequados para as espécies que você quer cultivar? Mas não deixe de analisar todos os aspectos citados neste post e acertar na escolha!

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